No início do século XXI tem-se vindo a alterar a
perspectiva da qual o ser humano se vê a si mesmo. Deixámos de acreditar que
somos apenas cabeça, tronco e membros, para
irmos aos poucos aceitando que somos muito mais complexos e completos.
No campo da saúde, inversamente a esta tendência de
expansão da consciência humana, temos vindo a assistir a uma postura cada vez
mais tecnocrata e cego-científica da medicina convencional. Mesmo sendo
inegáveis os benefícios que estes avanços têm proporcionado à longevidade da
população, são também inegáveis os prejuízos que o abandono da Natureza e das
suas leis têm causado à qualidade dessa longevidade. Defendemos assim, um
retorno à cultura de prevenir, invés de remediar. Defendemos que se reaprenda a
cultivar a nossa preciosa saúde, ao invés de atacar a doença quando já é tarde
demais… antibiótico após antibiótico.
Somos Mente e Espirito manifestados num Corpo que emite
sons, vibrações, sensações, e emoções. E como tal, uma medicina que olha para
nós, mas não nos vê por inteiro, deixará sempre um trabalho pela metade. A
medicina holística, como o próprio nome diz, coloca em si a responsabilidade de
olhar pela outra metade, descortinando as causas do desequilíbrio físico na
esfera mental, emocional, alimentar, comportamental ou até espiritual. Todos
estes aspectos devem ser trabalhados, de modo a conseguirmos reajustar a nossa
rota na direcção de uma existência equilibrada e saudável.
Num trabalho integrado com as técnicas da ancestral
Medicina Chinesa e Psicologia transpessoal e espiritual, proporcionamos um
ambiente em que o paciente aprenderá a colocar o rumo da sua saúde nas próprias
mãos, com a nossa ajuda!
Eram assim os médicos da
antiguidade…

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